sábado, 6 de dezembro de 2008

Mar Morto

MAR MORTO
Ezequiel 47:8

Este mar rece também outros nomes como:
Mar Salgado – Gn 14:3; Nm 34:3,12; Dt 3:17
Mar da Arabá, ou da Campina – Dt 3:17; Js 3:16
Mar Oriental – Jl 2:20
Chama-se atualmente “O MAR MORTO”.
Sabe porque o mar morto é chamado de morto?
É porque tudo recebe e nada dá.
Esse corpo de água – O mais notável do mundo – Está na extremidade sul do vale do Jordão, na Palestina.
Tem 76 km de comprimento e 17 km de largura, 392m abaixo do nível do mar, não há outra massa de água que ocupe lugar tão profundo na superfície do globo. Tem profundidade máxima de 914m. É uma das regiões mais quente do globo.
Não tem saída, desaparecendo as suas águas, na quantidade, calcula-se, de 6 milhões de toneladas de água por dia, vindas do rio Jordão.
Mas não dá nenhuma para refrescar e nutrir o vale situado abaixo, que se tornou um deserto árido devido á “AVAREZA DO MAR”.
Sua água é cinco vezes mais salgada que a do Oceano, é amarga ao paladar, oleosa ao tato e deixa uma mancha amarela, nenhum peixe vive em suas águas, nenhuma flor desabrocha ou fruto cresce em suas margens, nenhum pássaro canta em seus arredores e as praias estão incrustadas com sal. Seu ambiente é um cenário de desolação e tristeza, como se a maldição de Deus tivesse caído sobre toda a região.
É frisante emblema da vida egoísta. O egoísmo é a base de todo o pecado.
Assim é a vida de quem se recusa a dar, embora receba constantemente.
O egoísmo é o câncer da alma e um grande obstáculo para o reino de Deus.
Deus nos prova aqui na terra, concedendo-nos bens materiais para o uso desses bens possa revelar se nos poderão ser confiadas as riquezas eternas.
Os verdadeiros adoradores passam nesse teste e não somente dão para Deus, como também a si mesmos se dão para toda boa obra.
Deus está procurando adoradores que o adorem em espírito e em verdade.
Adoradores que, á semelhança de Jacó, façam um voto de fé, de adoração e de doação de si mesmo e daquilo que possuem para a gloria de Deus.
JACÓ FEZ ESTE VOTO:
“Se Deus estiver comigo e me guardar no caminho por onde eu for, se me der pão para eu comer e roupas para me vestir, se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então Deus será o meu Deus, esta pedra que erigi como coluna, será a casa de Deus; e de tudo quando me concederes, certamente eu te darei o dizimo” (Gn 28:20,22).

Que tipo de cristão você tem sido?
Pertence ao grupo daqueles que recebem tudo de Deus, mas não dão nada?
Pertencem as fileiras daqueles que querem receber todas as bênçãos e se sentem no direito de cobrar de Deus o que necessitam, mas não tem a sensibilidade para repartir o que recebeu?

Que tipo de “MAR” deseja realmente ser?
Um mar aberto, cheio de vida e que alimenta a quantos lhe procuram, ou um mar semelhante ao mar morto?

Que Deus possa repreender o demônio da avareza e do egoísmo; o demônio da indiferença e o demônio da negligencia, das vidas daqueles que se dizem cristãos mas não o demonstram pela maneira como vivem.
Que todos os demônios que promovam a desolação, a tristeza e a morte sejam arrancados e destruídos de suas vidas, e que se tornem em fontes de águas cristalinas a disseminarem a vida por onde quer que passem.
”Eu vim para que tenham vida, e a tenha em abundância” (Jo 10:10)

Alimentando as Ovelhas ou Divertindo os Bodes

ALIMENTANDO AS OVELHAS OU DIVERTINDO OS BODES

C. H. Spurgeon

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções amormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.
Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16:15) – isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Biblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4:11). Onde aparecem nesse versiculo os que providenciariam entretenimento? O Espirito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não tem um rol de mártires.
Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e á vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9:60). Ele estava falando com terrivel seriedade!
Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministerio, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não o vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indicio de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legitima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos. Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministerio do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos

sábado, 29 de novembro de 2008

O Declínio da Pregação Contemporânea

O DECLÍNIO DA PREGAÇÃO CONTEMPORÂNEA

John F. MacArtur, Jr.
Você já percebeu como diversos comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que anunciam? Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans. Um comercial de perfumes mostra uma coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam muito pouco sobre a própria cerveja.
Esses comerciais são produzidos com o objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para transmitir informações. Com frequencia, eles são os mais eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos naturais de um veiculo de comunicação que promove uma visão surrealista do mundo.
A televisão mescla sutilmente a vida real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a mensagem.
Amusting Ouselves to Death (Divertindo-nos até à morte) é um livro perceptivo mas inquietante escrito por Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão para a verdadeira comunicação.
Postman assegura que, ao invés de nos tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão tem inundado nossas mentes com informaçõpes irrelevantes, sem significado. Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras formas de interação humana.
Postman ressalta que até os noticiários são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves noticias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria inevitável. No próximo segmento da programação, houve um comercial do Rei dos Hamburgers. Não se espera que nossa reação seja racional. Nas palavras de Postman, “os espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um assassino estava solto na vizinhança”.
A televisão não pode exigir uma resposta sensata. As pessoas ligam-na para se divertir, não para serem desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensamos ou demanda muito de nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste.
A televisão tem diminuido o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República? Sinceramente, é muito dificil imaginar que nossos antepassados possuiam esse tipo de paciência. Temos permitido a televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.
Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do livro de Postman está em um capitulo sobre religião. Esse homem não-crente escreve com profundo discernimento a respeito do declinio da pregação. Ele contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan Edwards, George Whitefield e outros. Estes homens contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição moderna, a “boa” pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante. Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na justiça (2 Tm 3:16).
O modelo da pregação moderna é o evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas, movimentarem-se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se importa, visto que a resposta é entusiática?
É lógico que a pregação em muitas das igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas, infelizmente, até algumas das melhores pregações de nossos dias contém mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas tem um sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco ensino.
Na verdade, muitos pregadores consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática. Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero entretenimento. Qual foi a sua conclusão? As pessoas não recordam aquilo que você pregou; por isso, aq maior parte da pregação é perda de tempo. “Procurarei fazer melhor no próximo ano”, ele escreveu, “isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados e gastando mais tempo preparando semões curtos. As pessoas, eu descobri, perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia”.
Isto resume com perfeição a atitude que predomina na igreja moderna. Existe uma semelhança entre esse tipo de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição intima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar necessariamente algo da essência das Escrituras. Esse tipo de pregação é uma completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão. Segue o que é agradável, porém revela pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4:2); falar “o que convém à sã doutrina” (Tt 2:1); ensinar e recomendar “o ensino segundo a piedade” (1 Tm 6:3). É impossível fazer estas coisas se nosso alvo é entreter as pessoas.
O futuro da pregação expositiva é incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio exposições da verdade divina? Este é o grande desafio para os lideres da igreja contemporânea. Não devemos nos render à pressão para sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe como ouvir.

Um sermão deve ser a proclamação da verdade divina mediada através do pregador.
D. Martyn Lloyd-Jones

Gideão

GIDEÃO

“Naquela mesma noite, lhe disse o Senhor: Toma um boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal que é de teu pai, e corta o poste-ídolo que está junto ao altar”. Juizes 6:25.

Há determinados bens que a pessoa possui que, se perdidos ou doados, não farão nenhuma diferença a ela porque eles não são tão importantes assim, como era o caso do primeiro boi que Gideão possuia.
A perda deste primeiro boi, para os amalequitas, não faria nenhuma diferença, pois esse boi não era tão importante. Ele poderia até tirar a fome de algumas pessoas por alguns dias, mas não serviria para a reprodução de outros bois, nem para trabalhar na terra. Ele não tinha um valor expressivo e, a exemplo do cabrito oferecido a Deus, não deixava de ser um ato de fé. Podemos chamar a isso de oferta, como muitas pessoas tem feito. Mas para mudar aquela situação de miseria, de vergonha, de humilhação e de dor, era preciso muito mais do que isso. Seria preciso um grande sacrificio, algo que expressasse uma grande REVOLTA.
Por isso, Deus foi especifico no pedido do segundo boi, dando a Gideão a direção de como aquela revolta poderia ser expressa, porque a REVOLTA motiva a pessoa a um ato de fé contra os seus inimigos, ela não aceita crer num Deus tão grande e viver uma vida miserável e fracassada sob todos os aspectos. O segundo boi era novo. Ele tinha uma força que o primeiro não possuia, era reprodutor e, por isso mesmo, tinha um valor incalculável. Devido a sua tamanha importancia e por ter sido exatamente o que Deus pediu, ele não tinha preço. O boi foi oferecido em holocausto e reduzido às cinzas. Ele não poderia ser dividido com Deus e com as pessoas famintas, teria que ser todo para Deus.
Gideão, a partir daí, dependeria exclusivamente de Deus, era tudo ou nada! Aquele sacrificio mexeu com Gideão e, o que mexe com a gente, mexe com Deus. O sacrificio é o que mexe com a gente, e só faz a quem não o aceita a crer em Deus e viver sob o dominio dos inimigos. Gideão era o menor da sua casa. Quem contaria com ele pra alguma coisa? Ele era pequeno, mas revoltado. Essa REVOLTA era a sua força, e a responsável por fazê-lo ser maior que seus inimigos. Essa é a nossa fé! A REVOLTA faz aquele que está por baixo passar a ficar por cima, o pequeno ser grande, o último ser o primeiro. Não há inimigos que o revoltado no altar de Deus não possa vencer. Tem que acontece! Essa é a fé de quem verdadeiramente está revoltado.

Seja abençoado em o nome do Senhor Jesus

A Guerra

A GUERRA!

Todo mundo tem problemas. Ninguém está livre das situações adversas da vida. Mas o convertido ao Senhor Jesus, além de se deparar com os problemas semelhantes aos dos outros, tem de enfrentar a rejeição da sociedade em que vive. Normalmente, a própria familia é a primeira a persegui-lo, e isso se justifica, pois acabou de perdê-lo para o Senhor Jesus. Em seguida, vêm os amigos e colegas de trabalho. Também isso é normal, pois ele já não faz mais parte da turma. Eles também o perderam para o Senhor Jesus. Depois, vêm as injustiças por parte de superiores incrédulos, as acusações, difamações, piadas e deboches dos demais.
Diante disso, a quem recorrer, se o próprio Senhor advertiu, dizendo: “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim”. (João 15:18)? O que fazer? Reagir com as mesmas armas? Defender-se da melhor maneira possivel? Não, absolutamente! Porque se reagirmos e tentarmos defender a nossa reputação, certamente estaremos excluindo nosso Advogado de fazê-lo por nós. Aquele que é nascido de Deus tem a arma mais poderosa, jamais inventada desde a criação do mundo: a oração. Uma das rainhas da Inglaterra confessou a um de seus ministros: “Prefiro enfrentar um exercito armado do que um homem de oração”.
Ela disse isso porque havia um homem de Deus naquele pais pregando o Evangelho do Senhor Jesus; e isso conflitava com os interesses pessoais dela.
Também os principais religiosos da era da igreja primitiva tentaram impedir a divulgação do fato de Jesus haver ressuscitado. Mesmo com a ajuda do Estado, não puderam... Por quê? Porque a comunidade dos novos convertidos sabia usar a arma da oração...

10 Razões Porque Devo Ir a Igreja ao Domingos

10 RAZÕES PORQUE DEVO IR A IGREJA AO DOMINGO!!!

A Importancia do Domingo

1. Foi no domingo que o Senhor Jesus ressuscitou (Mt 16-9)
2. Foi no domingo que o Senhor Jesus apareceu primeiro para seus discípulos em diferentes lugares e repetidas vezes (Mc 16:1-11/Mt 28:8-10/Lc 24:34/Mc 16:12-13/Jo 20:19-3)
3. A primeira bênção dada depois da ressurreição, foi no domingo, quando o Senhor Jesus disse: Paz seja convosco! (Jo 20:19)
4. Foi também no domingo que o Senhor Jesus soprou sobre os discípulos o Espirito Santo (Jo 20:22)
5. Foi no domingo que o Senhor Jesus deu ordem de evangelização para ir por todo o mundo e pregar o evangelho (Mc 16-15)
6. Foi no domingo que o Senhor Jesus provou a Tomé que havia ressuscitado já que ele havia duvidado (Jo 20:26-29) obs: a expressão 8 dia indica que era Domingo já que os escritores antigos contavam com o dia corrente, então contando com o dia da ressurreição mais 8 dias teremos o próximo domingo
7. Foi no domingo que aconteceu a festa de Pentecoste (descida do Espirito Santo) (Lv 23:15-16, Atos 2-1)
8. Era no domingo que a Santa Ceia era realizada pelos apóstolos (Atos 20:6-7)
9. Era no domingo que os primeiros cristãos faziam suas ofertas especiais (I Co 16:2)
10. Foi no domingo que o livro do Apocalipse foi revelado ao apóstolo João (Ap 1:10)

sábado, 22 de novembro de 2008

A Vida Frutifera (04)

4. O PODER DA ORAÇÃO: VOCÊ PODE APROVEITÁ-LO
SEPAL
Oração é uma das atividades fundamentais para o cristão. O Pai Celeste entregou seu Filho para que tenhamos a salvação. Será que Ele também não nos dará as coisas mínimas da vida? Nesta lição você vai cescobrir que Deus, na sua sabedoria, é capaz de atender de modo apropriado a todas as nossas necessidades. Entretanto, devemos saber a maneira certa de pedir, o preparo que devemos ter e a importância que a oração deve ter em nossa vida.
Leia cuidadosamente as passagens citadas e responda as perguntas por escrito com suas próprias palavras.
1. O que podemos fazer para receber ajuda para nossas necessidades diárias?
Hebreus 4:16 _________________________________________________________________
2. Qual a grande dádiva dada por Deus que nos assegura que Ele suprirá todas as outras necessidades que temos?
Romanos 8:32 ________________________________________________________________
3. Com que propósito Deus responde a oração?
João 14:13 ___________________________________________________________________
4. Por que nos achegamos a Deus por meio de Jesus Cristo?
João 14:6 ____________________________________________________________________
I Timóteo 2:5 ________________________________________________________________
5. Que devemos fazer com a finalidade de receber alguma coisa de Deus?
Mateus 7:7 ___________________________________________________________________
João 16:24 ___________________________________________________________________
Tiago 4:2 ____________________________________________________________________
6. Que coisas podemos pedir ao Senhor em oração?
Filipenses 4:6 ________________________________________________________________
7. Mencione algumas coisas pelas quais devemos orar.
Mateus 6:11 __________________________________________________________________
Mateus 9:38 __________________________________________________________________
Efésios 6:18 __________________________________________________________________
Filipenses 1:9 _________________________________________________________________
8. Quais são as causas pelas quais frequentemente a oração não é respondida?
Salmo 66:18 __________________________________________________________________
Tiago 4:3 ____________________________________________________________________
9. Assinale alguns requisitos necessários para que Deus responda a oração.
Salmo 138:6 __________________________________________________________________
Mateus 21:22 _________________________________________________________________
João 16:23 ___________________________________________________________________
I João 5:14 ___________________________________________________________________
10. Qual era uma das caracteristicas da vida de Jesus?
Mateus 14:23 _________________________________________________________________
Marcos 1:35 __________________________________________________________________
Lucas 6:12 ___________________________________________________________________
Tarefas para a quarta semana
1. Leia I Coríntios 1-7 durante a semana, lendo um capitulo por dia.
2. Memorize João 16:24. Não deixe de recapitular os versiculos que aprendeu nas outras semanas.
3. Compartilhe com um amigo a garantia que Deus nos dá quanto a oração, conforme Romanos 8:32.
4. Ore sozinho, ou com um amigo, sem a preocupação de pedir alguma coisa a Deus, mas com o propósito de agradecê-lo pelo privilêgio de falar com ele.