“FARINHA POUCA, MEU PIRÃO PRIMEIRO”
O EGOÍSMO
1Co 10:24
INTRODUÇÃO
Este provérbio popular ressalta o sentimento egoísta comum na sociedade sem Deus. Levar vantagem sempre tem sido a filosofia de muitos que não pensam no irmão e no próximo. Veremos como a Bíblia condena o egoísmo, o egocentrismo e o individualismo. Nossas prioridades devem ser acertadas.
I. O que é o Egoísmo
Segundo A Enciclopédia de R.N. Champlin, o egoísmo é a idéia de que todos os atos de uma pessoa, bons e maus, são auto-orientados, isto é, feitos por interesse próprio, ainda que em alguns casos essa atitude possa ser perfeitamente disfarçada.
II. O Egoísmo na Bíblia
a) Suas muitas formas: Acumular e não repartir alimento (Pv 11:26; Mt 25:35); Cobiçar propriedades (Is 5:8); Desprezar os direitos dos outros (Ez 34:18; Os 10:1; Hc 2:6; Zc 7:6). Negligenciar o necessitado e os que sofrem (Mt 25:43); Manter-se indiferente para com os pecadores (Mt 27:3,4), etc.
b) Exemplos de egoísmo na Bíblia: Nabal recusa a dar alimento a Davi (2Rs 7:8; Is 25:11); A presunção egoísta de Hamã (Et 6:6; Is 56:11); Tiago e João buscando para si os melhores lugares (Mc 10:37); o sacerdote e o levita que negligentemente passam indiferentes pelo homem ferido (Lc 10:31,32; Fp 2:21), etc.
III. O Altruísmo
A palavra altruismo vem do latim alter, que quer dizer “outro”. Assim, Champlim nos diz que o altruismo é a devoção ao interesse do próximo, ou ação desinteressada. O perigo, porém é o egoismo disfarçado de altruismo, pois de nada adiantaria, como afirmou Paulo em 1Co 13:3.
Textos e exemplos biblicos de altruismo e generosidade: Fp 2:4; Abraão em Gn 13:9; José em Gn 50:21; Moisés em Nm 11:29; Jônatas em 1Sm 18:4; Daniel em Dn 5:17; Paulo em 1Co 10:33; Cristo em 2Co 8:9.
Conclusão: Reparta a farinha e coma do pirão da generosidade
Ficar por último às vezes é ser o primeiro. Lança o teu pão, reparte, pois como disse o sábio em Eclesiastes você não conhece o futuro (Ec 11:1,2). O egoismo deve ser rechaçado da vida da Igreja. Devemos ser conhecidos pelo amor, pela generosidade e pelo altruismo. Dos dez mandamentos, seis são sobre como amar o próximo. Êx 20.
(EXTRAÍDO da “Explicando as Escrituras” Jovens e Adultos 2 Semestre/2005))
sábado, 27 de dezembro de 2008
Exortação à Unidade
EXORTAÇÃO À UNIDADE
Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo? Dou graças (a Deus) porque a nenhum de vós batizei, exceto Crispo e Gaio; para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. Batizei também a casa de Estéfanas; além destes, nãop me lembro se batizei algum outro. Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo. (2Co 1:10-17)
Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo? Dou graças (a Deus) porque a nenhum de vós batizei, exceto Crispo e Gaio; para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. Batizei também a casa de Estéfanas; além destes, nãop me lembro se batizei algum outro. Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo. (2Co 1:10-17)
Deus Jamais Desistiu de Você
DEUS JAMAIS DESISTIU DE VOCÊ
Sabe, diante de tantas tragédias que tem acontecido, eu tenho pensado muito em você, em, como você tem conseguido viver longe de Deus, porque apesar de todas as lutas que você enfrentava, mesmo estando dentro da Igreja, pare para pensar, você era muito mais feliz, não era?
Eu sei que você deve pensar, mas o que as pessoas vâo dizer, não importa o que vâo dizer ou pensar, o que importa na verdade é você ser feliz, então aproveite esta oportunidade que o Senhor Jesus está lhe dando, porque apesar de você ter desistido de continuar lutando, ele jamais desistiu de você e continua de braços abertos para você.
Sabe, diante de tantas tragédias que tem acontecido, eu tenho pensado muito em você, em, como você tem conseguido viver longe de Deus, porque apesar de todas as lutas que você enfrentava, mesmo estando dentro da Igreja, pare para pensar, você era muito mais feliz, não era?
Eu sei que você deve pensar, mas o que as pessoas vâo dizer, não importa o que vâo dizer ou pensar, o que importa na verdade é você ser feliz, então aproveite esta oportunidade que o Senhor Jesus está lhe dando, porque apesar de você ter desistido de continuar lutando, ele jamais desistiu de você e continua de braços abertos para você.
As Bênçãos decorrentes da Obediência
AS BÊNÇÃOS DECORRENTES DA OBEDIÊNCIA
“Portanto, se obedeceres de fato à voz de Iahweh teu Deus, cuidando de pôr em prática todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, Iahweh teu Deus te fará superior a todas as nações da terra”.
Estas são as Bênçãos que virão sobre ti e te atingirão, se obedeceres à voz de Iahweh teu Deus:
Bendito serás tu na cidade, e bendito serias tu no campo!
Bendito será o fruto do teu ventre, o fruto do teu solo, o fruto dos teus animais, a cria das tuas vacas e a prole das tuas ovelhas!
Bendito será o teu cesto e a tua amassadeira!
Bendito serás tu ao entrares, e bendito serás tu ao sáires!
Iahweh te entregará, já vencidos em tua frente, os inimigos que se levantarem contra ti; sairão contra ti por um caminho, e por sete caminhos fugirão de ti.
Iahweh ordenará que a bênção permaneça contigo, em teus celeiros e em todo empreendimento da tua mão; e te abençoará na terra que Iahweh teu Deus te dará.
Iahweh te constituirá para si como povo que lhe é consagrado, conforme te jurou, se observares os mandamentos de Iahweh teu Deus e andares em seus caminhos.
Todos os povos da terra verão que levas o nome de Iahweh, e ficarão com medo de ti.
Iahweh te concederá abundância de bens no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais e no fruto do teu solo, este solo que Iahweh jurou aos teus pais que te daria.
Iahweh abrirá o seu bom tesouro para ti, o céu, para dar no tempo oportuno a chuva para a tua terra, abençoando todo trabalho da tua mão; e emprestarás a muitas nações, porém nada tomarás emprestado.
Iahweh te colocará como cabeça, e não como cauda; estarás sempre por cima, e não por baixo, se ouvires os mandamentos de Iahweh teu Deus, que hoje te ordeno observar e pôr em prática, sem te desviares para a direita ou para a esquerda de qualquer uma das palavras que hoje vos ordeno, indo seguir outros deuses e servi-los. (Dt 28:1-14)
“Portanto, se obedeceres de fato à voz de Iahweh teu Deus, cuidando de pôr em prática todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, Iahweh teu Deus te fará superior a todas as nações da terra”.
Estas são as Bênçãos que virão sobre ti e te atingirão, se obedeceres à voz de Iahweh teu Deus:
Bendito serás tu na cidade, e bendito serias tu no campo!
Bendito será o fruto do teu ventre, o fruto do teu solo, o fruto dos teus animais, a cria das tuas vacas e a prole das tuas ovelhas!
Bendito será o teu cesto e a tua amassadeira!
Bendito serás tu ao entrares, e bendito serás tu ao sáires!
Iahweh te entregará, já vencidos em tua frente, os inimigos que se levantarem contra ti; sairão contra ti por um caminho, e por sete caminhos fugirão de ti.
Iahweh ordenará que a bênção permaneça contigo, em teus celeiros e em todo empreendimento da tua mão; e te abençoará na terra que Iahweh teu Deus te dará.
Iahweh te constituirá para si como povo que lhe é consagrado, conforme te jurou, se observares os mandamentos de Iahweh teu Deus e andares em seus caminhos.
Todos os povos da terra verão que levas o nome de Iahweh, e ficarão com medo de ti.
Iahweh te concederá abundância de bens no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais e no fruto do teu solo, este solo que Iahweh jurou aos teus pais que te daria.
Iahweh abrirá o seu bom tesouro para ti, o céu, para dar no tempo oportuno a chuva para a tua terra, abençoando todo trabalho da tua mão; e emprestarás a muitas nações, porém nada tomarás emprestado.
Iahweh te colocará como cabeça, e não como cauda; estarás sempre por cima, e não por baixo, se ouvires os mandamentos de Iahweh teu Deus, que hoje te ordeno observar e pôr em prática, sem te desviares para a direita ou para a esquerda de qualquer uma das palavras que hoje vos ordeno, indo seguir outros deuses e servi-los. (Dt 28:1-14)
A Vocação dos Santos
A Vocação dos santos
Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. (2Co 1:26-29).
Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. (2Co 1:26-29).
A Vitória de Cristo e o seu Domínio sobre as Nações
A VITÓRIA DE CRISTO E O SEU DOMÍNIO SOBRE AS NAÇÕES
Salmo 2:1-12
INTRODUÇÃO
O salmo segundo é um cântico messiânico. Nele, vê-se a vitória de Cristo, o Ungido de Deus, sobre as nações rebeldes e a implantação do seu Reino Eterno. Este salmo pode ser melhor compreendido, se visto em quatro cenários, a cada três versiculos.
I. A Rebelião das nações
1. Contra Deus
a) A pergunta irada de Deus. “Porque se amotinam as nações... Os reis da terra se levantam, e os principes juntos se mancomunam contra o Senhor...?” É uma pergunta irada contra o absurdo da natureza humana, no seu atrevimento em levantar-se contra o Deus Todo-poderoso!
b) A origem da rebelião. Trata-se de um prolongamento da rebelião iniciada nos céus, por Lúcifer. O adversário de Deus e de seu povo, não podendo lutar diretamente contra o Rei dos reis e Senhor dos senhores, sempre procurou, ao longo dos séculos, encontrar lugar no coração dos homens, levantando-os contra a soberania de Deus, contra suas leis e principios.
c) A imaginação vã dos povos (v.1b) Os povos e seus governantes, tanto no passado quanto no presente, sempre deram lugar a imaginações vãs contra Deus. Filósofos e até teólogos chegaram a “decretar” a morte de Deus! É como se o vaso pudesse ter argumentos contra o oleiro (Is 29:16-17).
Na Espanha, o imperador romano, Diocleciano, mandou erigir um monumento, no qual se inscreveu: “A Diocleciano, máximo Hércules de César Augusto, por ter estendido o Império Romano de Leste a Oeste, e por ter apagado o nome dos cristãos”. É “o caso entre os outros cacos de barro” (Is 45:9), contendendo com o oleiro.
2. Contra o Filho de Deus
a) “Rompamos suas ataduras e sacudamos suas cordas” (v.3). O Evangelho de Cristo trouxe ao mundo a mensagem que liberta o homem do pecado, do diabo, mas que, ao mesmo tempo, liga o homem a Deus, através de ataduras espirituais, de cordas de amor. “Tomai sobre vós o meu jugo...porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11:29-30). Em lugar do jugo de Cristo, as nações preferem o julgo do pecado.
b) Os sistemas mundiais contra Cristo. A última parte do versiculo 2 do Salmo diz: “...e contra o seu ungido”. Não podia ser diferente. Os sistemas das nações estão arregimentados contra o Ungido de Deus. É que as nações rejeitaram e rejeitam a Jesus Cristo como o seu Senhor. Todos os sistemas do mundo estão se preparando para servir o Anticristo. Ver Jo 15:18; At 4:26-27.
3. Contra a igreja. A rebelião das nações contra Deus e contra o seu Ungido vem materializando-se de forma sistemática e cruel contra a Igreja de Cristo. Nero (66 a 68), Marco Aurélio (161 a 180 a.D.), Septímio Severo (202-211), entre outros imperadores romanos, mataram muitos cristãos, lançando-os às feras, trucidando-os, queimando-os vivos etc. Hoje, nos países muçulmanos, a Igreja é ferozmente perseguida.
II. A Resposta de Deus à Rebelião das Nações
No segundo cenário, vemos a maneira pela qual Deus responde à rebelião das nações.
1. Deus responde, rindo (v.4a). “Aquele que habita nos céus se rirá”. É algo um tanto inusitado para nós, que fomos ensinados a ver Deus sempre sério, severo, de semblante grave e circunspecto. Mas, diante do ímpio, dos rebeldes, Deus se ri (Sl 37:13; Sl 59:8).
2. Deus responde, zombando (v.4b). “...o Senhor zombará deles”. Deus não se ri nem zomba daqueles que o honram. Mesmo diante da morte do pecador, Deus não se ri nem zomba (Ez 33:11). Entretanto, diante dos seus inimigos, diante daqueles que deliberadamente se levantam contra Ele, Deus não somente se ri, mas zomba deles.
3. Deus responde com ira (v.5). “Então, lhes falará na sua ira e no seu furor os confundirá”. Deus contempla a rebelião das nações, e começa a rir. Ele não se deixa escarnecer (Gl 6:7). Dos imperadores que perseguiram os cristãos, praticamente todos tiveram morte cruel. De um, os olhos saíram da órbita; outro foi estrangulado, ainda outro morreu afogado; dois suicidaram-se, cinco foram assassinados pelos seus servos. Jujião, o apóstata, levantou a espada para o céu, desafiando o Filho de Deus, a quem chamava, zombando, de “o Galileu”. Mas, quando caiu moribundo, gritou para os céus: “Tu venceste! Tu venceste, Galileu!” Deus se ira! “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10:31). Ver Isaías 40:15,17.
III. O Reinado do Messias
1. Sua primeira manifestação. “O Senhor me disse: Tu és meu Filho; eu hoje te gerei”. A expressão refere-se, literalmente, a dar à luz um filho. Nos países orientais, referia-se à apresentação do filho do rei ao povo. Espiritualmente, porém, é uma referência a Cristo, o Filho de Deus. Em Marcos 1:1., lemos: “Principio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”. Trata-se, pois, de uma visão da proclamação de Cristo “como Filho de Deus e à sua unção como profeta, sacerdote e rei” (Nota da BEP, p. 818).
2. Seu cumprimento escatológico (vs. 8-9). No terceiro cenário, vemos o Reino Messiânico que será implantado após a segunda etapa da volta de Cristo. Na primeira fase de seu segundo advento, Ele será recebido apenas por aqueles que o aceitaram como Rei. Mas, na segunda fase. Jesus há de ser reconhecido por todos como o Rei dos reis e Senhor dos Senhores. Todos hão de se submeter ao seu senhorio. Todos, sem exceção! As nações mais rebeldes e contumazes hão de se curvar diante do cetro do Filho de Deus.
3. Jesus reinará sobre todas as nações (v.8). “Pede-me, e eu te darei as nações por herança e os confins da terra por tua possessão”. Este é o oferecimento legitimo do Senhor de toda a Terra ao seu Filho, ao seu Ungido. A promessa do domínio universal de Cristo cumprir-se-á quando da implantação do Reino Milenial (Zc 9:10; Dn 2:34-35; 44-45).
4. O juizo implacável de Cristo sobre as nações (v.9)
a) A vara de ferro. “Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro”. Normalmente, um rei não usa vara ou cetro de ferro, que é material inferior, mas de puro ouro. Contudo, no texto em apreço, vemos que Cristo, para esmagar o poderio das nações, usará uma força implacável, representada pela “vara de ferro”: um instrumento de castigo e juízo sobre todos os reinos e nações rebeldes.
b) A fragilidade das nações. As nações serão esmigalhadas como se fossem vasos de barro sob o peso do juízo divino. Apesar de seu poderio bélico, econômico, politico e tecnológico, elas serão destruidas pela força do braço do Senhor. Conforme viu Daniel, todos os reinos serão espalhados como a “pragana das eiras no estio, e o vento os levou...” (Dn 2:35). Nem o Anticristo com todo o seu esquema poderá evitar que isto se suceda. Ele também será fragorosamente derrotado pelo Ungido de Deus.
IV. A Conclamação de Deus às Nações
No último cenário do Salmo 2. Deus, em sua infinita misericórdia, conclama as nações rebeldes a obedecê-lo, dando prova de reverência, honra e respeito àquEle a quem odiaram durante tantos séculos. Esta conclamação é apresentada em cinco exortações distintas:
1. Exortação à prudência. “Agora, pois, ó reis, sede prudentes” (v.10a). O Rei dos reis, como que lhes dando “um puxão de orelhas”, diz aos governantes: “Sejam prudentes, tenham juízo”. É uma lição para quem deseja realmente servir a Deus; devem fazê-lo com redobrada prudência e não de qualquer maneira.
2. Exortação ao aprendizado divino. “...deixai-vos instruir, juízes da terra”. Os juízes e os magistrados são chamados à responsabilidade. São intimados a deixarem-se instruir pelo Senhor. Jesus convida a todos a aprenderem com Ele (Mt 11:29).
3. Exortação a temer a Deus. “Servi ao Senhor com temor...” (v.11a). As nações rebeldes, derrotadas por Cristo, são convocadas a prestarem serviço com temor ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, que terá o dominio universal.
4. Exortação à alegria. “...e alegrai-vos com tremor” (v.11b). Deus quer que o sirvamos com temor, mas também com alegria (Sl 100:2). Mas não é uma alegria qualquer. É um misto de alegria e temor. É a alegria reverente e a reverência jubilosa.
5. Exortação à adoração ao Senhor Jesus. “Beijai o Filho para que não se ire...” (v.12). Quem o odiava, terá de beijá-lo. Trata-se de um sinal de reverência, de respeito, de consideração. Os cristãos dos primeiros séculos usavam o beijo (ósculo) santo (1Co 16:20; At 20:37). As consequências para os que não se dispuserem a beijar o Filho será a morte, o furor e a ira do Todo-poderoso (v.12c).
Conclusão
O Salmo 2 mostra-nos, acima de tudo, que toda a rebelião contra Deus será esmagada pelo poderio irresistível do Reino Eterno de Cristo, o Filho Ungido de Deus. Só haverá um escape para as nações: beijar o Filho, ou seja, honrar a Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Questionário
1. Como podemos classificar o Salmo 2?
2. Qual a origem da rebelião das nações contra Deus?
3. Como Deus responde à rebelião das nações?
4. Quando Jesus reinará sobre todas as nações?
5. Quais as exortações de Deus às nações rebeldes?
(EXTRAÍDO da “Lições Bíblicas” Jovens e Adultos 3 Trimestre de 1997)
Salmo 2:1-12
INTRODUÇÃO
O salmo segundo é um cântico messiânico. Nele, vê-se a vitória de Cristo, o Ungido de Deus, sobre as nações rebeldes e a implantação do seu Reino Eterno. Este salmo pode ser melhor compreendido, se visto em quatro cenários, a cada três versiculos.
I. A Rebelião das nações
1. Contra Deus
a) A pergunta irada de Deus. “Porque se amotinam as nações... Os reis da terra se levantam, e os principes juntos se mancomunam contra o Senhor...?” É uma pergunta irada contra o absurdo da natureza humana, no seu atrevimento em levantar-se contra o Deus Todo-poderoso!
b) A origem da rebelião. Trata-se de um prolongamento da rebelião iniciada nos céus, por Lúcifer. O adversário de Deus e de seu povo, não podendo lutar diretamente contra o Rei dos reis e Senhor dos senhores, sempre procurou, ao longo dos séculos, encontrar lugar no coração dos homens, levantando-os contra a soberania de Deus, contra suas leis e principios.
c) A imaginação vã dos povos (v.1b) Os povos e seus governantes, tanto no passado quanto no presente, sempre deram lugar a imaginações vãs contra Deus. Filósofos e até teólogos chegaram a “decretar” a morte de Deus! É como se o vaso pudesse ter argumentos contra o oleiro (Is 29:16-17).
Na Espanha, o imperador romano, Diocleciano, mandou erigir um monumento, no qual se inscreveu: “A Diocleciano, máximo Hércules de César Augusto, por ter estendido o Império Romano de Leste a Oeste, e por ter apagado o nome dos cristãos”. É “o caso entre os outros cacos de barro” (Is 45:9), contendendo com o oleiro.
2. Contra o Filho de Deus
a) “Rompamos suas ataduras e sacudamos suas cordas” (v.3). O Evangelho de Cristo trouxe ao mundo a mensagem que liberta o homem do pecado, do diabo, mas que, ao mesmo tempo, liga o homem a Deus, através de ataduras espirituais, de cordas de amor. “Tomai sobre vós o meu jugo...porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11:29-30). Em lugar do jugo de Cristo, as nações preferem o julgo do pecado.
b) Os sistemas mundiais contra Cristo. A última parte do versiculo 2 do Salmo diz: “...e contra o seu ungido”. Não podia ser diferente. Os sistemas das nações estão arregimentados contra o Ungido de Deus. É que as nações rejeitaram e rejeitam a Jesus Cristo como o seu Senhor. Todos os sistemas do mundo estão se preparando para servir o Anticristo. Ver Jo 15:18; At 4:26-27.
3. Contra a igreja. A rebelião das nações contra Deus e contra o seu Ungido vem materializando-se de forma sistemática e cruel contra a Igreja de Cristo. Nero (66 a 68), Marco Aurélio (161 a 180 a.D.), Septímio Severo (202-211), entre outros imperadores romanos, mataram muitos cristãos, lançando-os às feras, trucidando-os, queimando-os vivos etc. Hoje, nos países muçulmanos, a Igreja é ferozmente perseguida.
II. A Resposta de Deus à Rebelião das Nações
No segundo cenário, vemos a maneira pela qual Deus responde à rebelião das nações.
1. Deus responde, rindo (v.4a). “Aquele que habita nos céus se rirá”. É algo um tanto inusitado para nós, que fomos ensinados a ver Deus sempre sério, severo, de semblante grave e circunspecto. Mas, diante do ímpio, dos rebeldes, Deus se ri (Sl 37:13; Sl 59:8).
2. Deus responde, zombando (v.4b). “...o Senhor zombará deles”. Deus não se ri nem zomba daqueles que o honram. Mesmo diante da morte do pecador, Deus não se ri nem zomba (Ez 33:11). Entretanto, diante dos seus inimigos, diante daqueles que deliberadamente se levantam contra Ele, Deus não somente se ri, mas zomba deles.
3. Deus responde com ira (v.5). “Então, lhes falará na sua ira e no seu furor os confundirá”. Deus contempla a rebelião das nações, e começa a rir. Ele não se deixa escarnecer (Gl 6:7). Dos imperadores que perseguiram os cristãos, praticamente todos tiveram morte cruel. De um, os olhos saíram da órbita; outro foi estrangulado, ainda outro morreu afogado; dois suicidaram-se, cinco foram assassinados pelos seus servos. Jujião, o apóstata, levantou a espada para o céu, desafiando o Filho de Deus, a quem chamava, zombando, de “o Galileu”. Mas, quando caiu moribundo, gritou para os céus: “Tu venceste! Tu venceste, Galileu!” Deus se ira! “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb 10:31). Ver Isaías 40:15,17.
III. O Reinado do Messias
1. Sua primeira manifestação. “O Senhor me disse: Tu és meu Filho; eu hoje te gerei”. A expressão refere-se, literalmente, a dar à luz um filho. Nos países orientais, referia-se à apresentação do filho do rei ao povo. Espiritualmente, porém, é uma referência a Cristo, o Filho de Deus. Em Marcos 1:1., lemos: “Principio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”. Trata-se, pois, de uma visão da proclamação de Cristo “como Filho de Deus e à sua unção como profeta, sacerdote e rei” (Nota da BEP, p. 818).
2. Seu cumprimento escatológico (vs. 8-9). No terceiro cenário, vemos o Reino Messiânico que será implantado após a segunda etapa da volta de Cristo. Na primeira fase de seu segundo advento, Ele será recebido apenas por aqueles que o aceitaram como Rei. Mas, na segunda fase. Jesus há de ser reconhecido por todos como o Rei dos reis e Senhor dos Senhores. Todos hão de se submeter ao seu senhorio. Todos, sem exceção! As nações mais rebeldes e contumazes hão de se curvar diante do cetro do Filho de Deus.
3. Jesus reinará sobre todas as nações (v.8). “Pede-me, e eu te darei as nações por herança e os confins da terra por tua possessão”. Este é o oferecimento legitimo do Senhor de toda a Terra ao seu Filho, ao seu Ungido. A promessa do domínio universal de Cristo cumprir-se-á quando da implantação do Reino Milenial (Zc 9:10; Dn 2:34-35; 44-45).
4. O juizo implacável de Cristo sobre as nações (v.9)
a) A vara de ferro. “Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro”. Normalmente, um rei não usa vara ou cetro de ferro, que é material inferior, mas de puro ouro. Contudo, no texto em apreço, vemos que Cristo, para esmagar o poderio das nações, usará uma força implacável, representada pela “vara de ferro”: um instrumento de castigo e juízo sobre todos os reinos e nações rebeldes.
b) A fragilidade das nações. As nações serão esmigalhadas como se fossem vasos de barro sob o peso do juízo divino. Apesar de seu poderio bélico, econômico, politico e tecnológico, elas serão destruidas pela força do braço do Senhor. Conforme viu Daniel, todos os reinos serão espalhados como a “pragana das eiras no estio, e o vento os levou...” (Dn 2:35). Nem o Anticristo com todo o seu esquema poderá evitar que isto se suceda. Ele também será fragorosamente derrotado pelo Ungido de Deus.
IV. A Conclamação de Deus às Nações
No último cenário do Salmo 2. Deus, em sua infinita misericórdia, conclama as nações rebeldes a obedecê-lo, dando prova de reverência, honra e respeito àquEle a quem odiaram durante tantos séculos. Esta conclamação é apresentada em cinco exortações distintas:
1. Exortação à prudência. “Agora, pois, ó reis, sede prudentes” (v.10a). O Rei dos reis, como que lhes dando “um puxão de orelhas”, diz aos governantes: “Sejam prudentes, tenham juízo”. É uma lição para quem deseja realmente servir a Deus; devem fazê-lo com redobrada prudência e não de qualquer maneira.
2. Exortação ao aprendizado divino. “...deixai-vos instruir, juízes da terra”. Os juízes e os magistrados são chamados à responsabilidade. São intimados a deixarem-se instruir pelo Senhor. Jesus convida a todos a aprenderem com Ele (Mt 11:29).
3. Exortação a temer a Deus. “Servi ao Senhor com temor...” (v.11a). As nações rebeldes, derrotadas por Cristo, são convocadas a prestarem serviço com temor ao Rei dos reis e Senhor dos senhores, que terá o dominio universal.
4. Exortação à alegria. “...e alegrai-vos com tremor” (v.11b). Deus quer que o sirvamos com temor, mas também com alegria (Sl 100:2). Mas não é uma alegria qualquer. É um misto de alegria e temor. É a alegria reverente e a reverência jubilosa.
5. Exortação à adoração ao Senhor Jesus. “Beijai o Filho para que não se ire...” (v.12). Quem o odiava, terá de beijá-lo. Trata-se de um sinal de reverência, de respeito, de consideração. Os cristãos dos primeiros séculos usavam o beijo (ósculo) santo (1Co 16:20; At 20:37). As consequências para os que não se dispuserem a beijar o Filho será a morte, o furor e a ira do Todo-poderoso (v.12c).
Conclusão
O Salmo 2 mostra-nos, acima de tudo, que toda a rebelião contra Deus será esmagada pelo poderio irresistível do Reino Eterno de Cristo, o Filho Ungido de Deus. Só haverá um escape para as nações: beijar o Filho, ou seja, honrar a Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Questionário
1. Como podemos classificar o Salmo 2?
2. Qual a origem da rebelião das nações contra Deus?
3. Como Deus responde à rebelião das nações?
4. Quando Jesus reinará sobre todas as nações?
5. Quais as exortações de Deus às nações rebeldes?
(EXTRAÍDO da “Lições Bíblicas” Jovens e Adultos 3 Trimestre de 1997)
A Sementeira e a Colheita
A SEMENTEIRA E A COLHEITA
E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceilherá. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito:”Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus”. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus. Visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuis para eles e para todos,enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da superabundante graça de Deus que há em vós.
Graças a Deus pelo seu dom inefável! (2Co 9:6-15)
E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceilherá. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito:”Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus”. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus. Visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuis para eles e para todos,enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da superabundante graça de Deus que há em vós.
Graças a Deus pelo seu dom inefável! (2Co 9:6-15)
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